20 de maio de 2010

Nada, nada, nada importa

Sabe o que pensei hoje durante o dia inteiro? Por que é tão fácil falar do defeito dos outros e tão difícil admitir as qualidades? Por que o ser humano é tão promotor dos outros e tão justo consigo? É a velha história de julgar e esquecer que enquanto apontamos os erros alheios, esquecemos dos nossos. Tem gente por aí que sente tesão em destruir a obra de todo mundo, menos a sua. Eu sou uma pessoa que costumava ser extremista, aquelas "ou é oito ou oitenta", mas mudei. Mudei porque percebi que a vida não funciona assim. Que não há nada tão bom nem tão mau. São 360 ângulos diferentes, por que insistir que existe apenas um certo? O mundo precisa de mais elogios, menos críticas destrutivas, mais ajuda. O mundo precisa da gente, de seres, humanos. Falta compreensão. Estamos ficando duros e cruéis demais com a vida. Mas... E se a recíproca se tornar verdadeira?

Mais AMOR, por favor.

Um comentário:

  1. Conversei sobre isso com uma amiga nesta terça-feira, exatamente as mesmas palavras: tantos ângulos diferentes para se apontar e todos escolhem o pior deles.

    Supimpa!

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