9 de agosto de 2011

dexter

Eu aqui de novo. Dessa vez motivada por uma série que me deixou com um nó no estômago. Dexter. Um cara sem sentimentos que mata porque "algo vem de dentro". Não mata pra equilibrar bem e mal, por vingança ou por justiça. Não vê graça em sexo, não tem fé no ser humano e é amado apenas pela irmã. Assim se define. Mata desde pequeno. Começou com animais. Fiquei pensando se o ser humano fizesse o mesmo. Matasse porque uma vontade de deixar as coisas certas se tornou mais forte que o medo de cometer um crime. Na verdade não é o medo de tirar uma vida em si, mas o de ser pego. O medo de saberem que foi você. Vergonha, remorso, o que? Só assisti a dois episódios, mas confesso que tô intrigada com a mente do Dexter. Escrevendo algumas ideias desconexas só porque são quatro da manhã e eu não tenho ninguém com quem comentar. E faz parte da fase "acho que perdi a fé no ser humano". Frieza e racionalidade me parecem boas saídas e rendem menos dividendos ao fim de tudo.

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